Mastocitoma em Cães

Mastocitoma pode surgir em qualquer local do corpo do animal, daí a importância de estar atento a qualquer aparecimento de nódulos, feridas ou verrugas na pele do seu animal de estimação. A Fórmula Pet 24 hs é uma clínica especializada em Mastocitoma em cães, com atendimentos feitos por especialistas em tratamentos oncológicos. O Veterinário 24 horas está sempre à disposição para atendimentos emergenciais em casos de Mastocitoma canino e outros.
Denominado pela sigla MTC, o Mastocitoma é o surgimento anómalo das células chamadas mastócitos - células localizadas nos pulmões, trato gastrointestinal, pele e espaço subcutâneo.
Mastocitoma em cães é o tumor cutâneo mais frequente na área veterinária. A idade média para o desenvolvimento da doença é de oito anos, contudo há registros da patologia em animais com menos de um ano de idade. Embora possa acometer todas as raças caninas, porém os tipos mais predispostos a desenvolver este tumor, segundo estudos, são o Boxer, Retrievers, Terrier, Schnauzer e Beagle.
Mastocitoma em cães é um tumor que é graduado de acordo com sua localização na pele, e este corresponde a 20% de todos os tumores de pele em cães.

Sintomas e tipos de Mastocitoma em cães

Os sintomas de Mastocitoma em cães podem depender da localização e grau do tumor:
  • Tumor na pele ou sob a pele (subcutâneo), pode estar presente por dias a meses;
  • O tumor pode parecer aumentar em tamanho;
  • Recente crescimento rápido após meses de crescimento inativo ou sutil é comum;
  • O aparecimento recente de vermelhidão e acúmulo de líquido é mais comum em tumores de pele e subcutâneos de alto grau;
  • Extremamente variável; pode imitar ou assemelhar-se a outros tipos de tumores cutâneos ou subcutâneos (benignos e cancerígenos); pode se assemelhar a uma picada de inseto, verruga ou reação alérgica;
  • Ocorre primariamente como uma massa única da pele ou massa subcutânea, mas pode ter várias massas localizadas em todo o corpo;
  • Aproximadamente 50% de todos os tumores de mastócitos estão localizados no tronco e no períneo (a área entre o ânus e a vulva nas fêmeas, ou o ânus e o escroto nos machos); 40% são encontrados nas extremidades, como a pata; e 10% são encontrados na região da cabeça e pescoço;
  • Os linfonodos podem ser aumentados em torno da área do tumor e podem se desenvolver quando um tumor de alto grau se espalha para os gânglios linfáticos;
  • As massas podem apresentar comichão ou inflamação devido ao nível mais elevado de histaminas no tumor;
  • O fígado aumentado e o baço aumentado são característicos do câncer de mastócitos amplamente disseminado;
  • Vômitos, perda de apetite e / ou diarreia podem ocorrer, dependendo do estágio da doença.

Os sintomas de Mastocitoma em cães também dependem do estágio da doença

  • O estágio 1 é caracterizado por um único tumor sem metástase;
  • O estágio 2 é caracterizado por um único tumor com metástase nos gânglios linfáticos circundantes;
  • O estágio 3 é caracterizado por múltiplos tumores de pele, ou por um grande tumor que invadiu subcutaneamente;
  • O estágio 4 é caracterizado pela presença de um tumor, com metástase para um órgão ou presença disseminada de mastócitos no sangue.

Diagnóstico do Mastocitoma em cães

 O histórico do cão informado ao veterinário é de fundamental importância para um diagnóstico preciso. O teste diagnóstico preliminar mais importante de Mastocitoma em cães será um exame das células retiradas de um dos tumores. Uma biópsia cirúrgica do tecido será necessária para a identificação definitiva do grau das células que ocupam a massa e do estágio em que a doença se encontra. Imagens de raios-X e ultrassonografia do tórax e do abdômem também serão componentes da determinação da localização e do estágio exatos do desenvolvimento do tumor.
Tratamentos do Mastocitoma em cães
O tratamento de Mastocitoma em cães depende da classificação do tumor. Há diferentes formas de tratamento, dependendo da presença ou ausência de fatores de mau prognóstico, recorrendo a técnicas cirúrgicas, de radio e quimioterapia (inibidores da tirosina quinase). Em tumores de grau I, em que a localização permita a remoção do nódulo com ampla margem de segurança (2 a 3 cm), a opção cirúrgica é normalmente a única opção, não sendo necessárias mais medidas de tratamento. Para casos de tumores mais agressivos, de grau II ou III, é recomendada a associação da radioterapia ou da quimioterapia.
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